Porque ouvir James Morrison me faz ficar romântica de
repente.Já que atualmente não estou vivendo nenhuma história de amor, o jeito é
remoer amores antigos, pois a minha necessidade de viver apaixonada é tanta que
me permito catar as migalhas do passado só pra sentir meu coração palpitar
diferente.Enquanto nada aparece, vou vivendo com o que a saudade deixou pra
mim.Só assim pra dormir suspirando.Quem sabe isso me traga sorte....Estou aqui
dando “sinal de fumaça” para que o amor me ache.Tomara!
quinta-feira, 24 de abril de 2014
O que nos resta...
Antes, éramos um só
Inteiros...
Agora
Somente metades
Meia parte de qualquer coisa
Meias palavras
Desvio de olhar
Bloqueio de sentimento
Antecipação de saudade.
Karlinha Ramalho
Furo!
Retorno pra casa
Em um sábado à noite chuvoso
Para-brisa de um lado para o outro
Vinho seco
No banco do passageiro
E uma confusão no pensamento.
Retorno
Sem soluços
Sem palavras.
Karlinha Ramalho
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Papo reto!
Eu: - Alô! Oi gatinho, tudo bem?Passa aqui hoje, estou tão carente...Ele: - Pô, gatinha!Hoje estou cansadão.Posso passar amanhã?
Eu: - Ah sim!Também estou um pouco cansada.Deixa eu te mandar uma foto do meu cansaço, olha no Whatsapp(ver foto ao lado).
Ele: - Uau!Chego aí em quinze minutos.
MORAL: Eu sou apelona pra caramba.
ps: história real.
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Perigo!
Meu cupido
É um bêbado
De olhos vendados
Eu que aguente
As conseqüências
De um amor
Fruto de uma flechada incerta.
Minha estrada segura
É uma corda
Atravessando o abismo
E meu coração
Uma bomba relógio
Que carrego nas mãos...
Karlinha Ramalho
O que restou...
Não “agüentava”
mais de “uma”, mas a que “dava” valia por muitas. Me deixava em êxtase e ao
mesmo tempo sem força.
Dormia
logo em seguida, gostava de dormir abraçado. Prendia-me em seus braços e eu
ficava sem ter pra onde fugir. Ficava alguns minutos ali, presa. Não me importava!Gostava de sentir sua pele junto a minha, sentir o seu cheiro,
sua respiração forte. Ainda bem que não roncava!
Pela
manhã, eu acordava do outro lado da cama. Não sei como ia parar ali, mas apenas
dormindo eu me libertava. A primeira coisa que fazia era subir em cima dele e
garantir o sexo da manhã, o sexo dos Deuses, o sexo da juventude, o sexo do Bem
Viver.
Transávamos
ainda inebriados do sono, mas era bom, era intenso...Estou demorando a ter a energia que sentia quando transava com ele.
Resta-me
fotografias, desejos noturnos, prazeres solitários...
Karlinha Ramalho
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Só por hoje...
Durma comigo esta noite
Beije-me
Diga que me ama
Mesmo eu tendo plena consciência
De suas mentiras
Que são apenas palavras soltas.
Eu permito que me abandone pela manhã
Deixe que eu sofra um pouco
Pois preciso escrever
Os meus mais belos poemas
De amor!
Karlinha Ramalho
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