sexta-feira, 22 de abril de 2011

PUTA MERDA!



Creio que toda mulher já sentiu a sensação de arrependimento depois de uma transa,a sensação de ter cometido um erro absurdo e de acordar , olhar para o lado e perceber a besteira que fez.

Já tem certo tempo que não sei o que é “amor”, digo o termo sexual mesmo, que é o famoso sexo com sentimento. Não faço porque não amo, mas mesmo assim os meus sexos casuais sempre foram bem interessantes, com pessoas interessantes e que de certa forma são especiais, um apreço misturado com tesão, e são sempre com as mesmas pessoas, para certas coisas sou bem tradicional.

Tenho passado muito tempo sozinha, na minha casinha, concentrada nos meus estudos. A solidão me faz refletir sobre várias coisas, principalmente as relacionadas ao coração e consequentemente à solidão proporciona a falta de sexo.

Pergunto-me às vezes se estou sozinha porque quero, ou porque creio ser uma mulher diferente das demais, não melhor, nem pior, apenas diferente. Sou uma mulher boêmia e isso não é normal de se vê, adoro sair sozinha, sentar em uma mesa de bar, tomar uma cerveja, observar as pessoas, pedi uma boa música, refletir sobre ela e junto com ela e depois pegar um taxi e voltar para casa.

Cerveja é bom, mas vodka é o mal de qualquer pessoa, principalmente quando são aquelas vagabundas, e foi com uma dessas vodkas que me encontrei e fiz besteira. Semana passada marquei de ir para um show com uma amiga do trabalho, estava precisando me distrair, e o show era Open Bar, e a vodka que estava sendo servida era vagabunda, dispensei a cerveja e comecei a tomar vodka, misturada com energético ela fica menos ruim, depois de alguns copos eu conheci um rapaz, ele veio até mim e pediu para me conhecer, ficamos conversando um pouco algo que nem me lembro direito e acabamos ficando.

Como moro sozinha o levei pra minha casa, transamos, foi bom, mas na manhã seguinte veio o arrependimento, nunca havia feito isso antes e nunca pensei que fosse tão ruim e nem por achar que isso seja errado, muito pelo contrário, tenho uma mente bem aberta e penso que quando a mulher está com vontade de transar ela não deve ficar pensando no que o cara vai achar, ela tem que pensar no que ela está sentindo, se ela está afim ou não. No meu caso eu nem sabia dizer se estava mesmo afim ou não, só sei que acabei fazendo, ele acordou quis repetir a dose, mas eu não quis e inventei um monte de compromissos para que ele fosse embora logo

Tomei banho, fiz café, fumei um cigarrinho e passei o dia todo pensando .Ele me ligou no fim da tarde, não atendi e depois ele me mandou uma mensagem, dizendo que queria me ver de novo, é claro, transar de novo .Vazio, vazio, vazio, um cigarro, dois cigarros uma xícara de café, duas xícaras de café, a voz da AYO no som, minha mente sendo embalada pelas suas canções e oito ligações do mesmo número não atendidas no meu celular.

Amanhã é mais um dia de trabalho!


sexta-feira, 11 de março de 2011

FUGINDO OU VIVENDO?



Tanta coisa acontecendo na minha vida nos últimos tempos, muita farra, às vezes boas, às vezes não tão boas, mas algumas vezes parece que estou fugindo de algo que não sei explicar, sei que não é de ninguém, mas pode ser de uma situação que ainda não vivi.

Toda vez que volto para minha rotina de trabalho e faculdade, parece tudo tranqüilo, mas quando vem chegando o fim de semana e vou logo achando um jeito de tentar preenchê-lo, para não descobrir realmente que estou sozinha.

Adoro meus amigos, adoro tudo que eu faço, mas não consigo preencher esse sentimento de vazio que às vezes fica dentro de mim.

Tenho que ter a consciência de que ficar em casa lendo um livro, vendo um bom filme ou fazendo uma comidinha gostosa, também pode ser um ótimo fim de semana. Enquanto não faço isso nos momentos que tenho tempo, vou tentando compensar na rotina corrida da minha semana,esquecendo o barulho e lendo no ônibus, tomando café na padaria, almoçando sanduíche e dormindo altas horas da madrugada, por causa de um filme, sendo que acordo ás 5:30 da manhã, sendo assim, o meu dia de trabalho vai se arrastando(por causa do sono).

Desta forma,esqueço-me das coisas simples e que realmente importam para preencher algum vazio que sinto na mente ou no coração.

Vou fugindo de várias coisas para tentar viver, ou vou vivendo sempre fugindo de várias coisas, coisas essas que não se explicar.

Minhas raízes estão no ar, minha casa é qualquer lugar, mas se depender de mim eu vou até o fim... (Até o fim – Engenheiros do Hawaí)

quarta-feira, 9 de março de 2011

NÃO É SALVADOR, MAS É BAHIA!







Depois do estresse do dia-a-dia do trabalho e da faculdade eu precisava fugir de Brasília e passar o carnaval e um lugar bem legal, onde pudesse me divertir, beijar, beber, dançar, sem me preocupar com nada..

Faltando menos de dois dias para o carnava,l eu recebo o convite dos meus primos para passar o carnaval em Barreiras- BA, não era Salvador como eu sonhava, mas era a BAHIA e carnaval lá é animado em todo o lugar, e no interior da Bahia, Barreiras tem o carnaval mais badalado.Fomos de carro, foi uma viagem super divertida.

Foram mais de seis horas de viagem até chegar à Bahia, quando chegamos lá fomos muito bem recebidos pela Cuta, uma amiga que mora lá em Barreiras. De noite começamos a nos arrumar para a festa na avenida, o primeiro dia pegamos o trio do Tatau, e depois vários outros que não lembro o nome, mas que eram bem animados( a bebida já tinha feito efeito), final da noite, quer dizer, começo do dia, 6:00 da matina em casa. Um cochilo apenas, pois logo, logo era hora de conhecer um pouco a cidade de Barreiras, que por sinal é uma gracinha, na praça central muito boteco e todos lotaaaados, só rolando a boa e velha marchinha de carnaval e por lá nós ficamos, depois fomos seguir o bloco de fantasias que estava passando, era cada figura, muito bom ver a criatividade das pessoas.

De noite mais trio elétrico na avenida principal da cidade, altas bandas bem animadas, muita cerveja, folia e beijo na boca, e mais uma vez chegando em casa com o dia amanhecendo, depois de algumas horinhas de sono, fomos conhecer o famoso “Rio de Ondas” da cidade, é um rio de ondas mesmo, por conta da forte correnteza, e foi daquele jeito, vidinha boa na beira do rio, tomando aquela “geladinha” e o problemas que ficaram na capital, sendo esquecidos temporariamente.


Segunda de carnaval foi a nossa última noite de folia e tive a oportunidade de conhecer uma banda maravilhosa, que foi a banda MOTUMBÁ, que toca um axé mais regional, com muito mais batuque, segui o trio até o fim e no final conheci os percussionistas e o vocalista Alexandre Guedes , que foi super simpático.

Mais uma vez, vendo o sol nascer, agora era só arrumar as malas e pegar a estrada, não ficamos até a terça, pois tínhamos que trabalhar na tradicional quarta feira de cinzas, a volta foi muito mais demorada, alguns acidentes e engarrafamentos, e nem vi muita coisa, pois dormir a viagem quase toda.

Esse carnaval vai ficar guardado como um dos mais divertidos, agora o ano começou, pois como muitos dizem: NO BRASIL O ANO SÓ COMEÇA DEPOIS DO CARNAVAL!